quinta-feira, 10 de julho de 2014

Um Sutil Mecanismo Natural Emerge na Tela do Computador e Decide a Copa do Mundo!

Consegui prever 3 dias antes o segredo que os alemães mantinham secreto para derrotar a seleção brasileira, e apenas agora revelaram! Publiquei no meu Facebook e no meu blog minutos após o fim do jogo uma conclusão pela análise baseada na fórmula da Matrix/DNA, dizendo que a estratégia alemã foi uma perfeita obra de aplicação da Ciência e Tecnologia, pois os cinco rápidos gols da Alemanha imitavam fielmente um mecanismo aplicado na evolução natural, o qual pode ser computacionalmente simulado e aplicado pelos jogadores. Aos leigos na minha área, parece coisa de outro mundo, mas não,  a coisa é real e funciona debaixo dos nossos olhos no dia a dia. O outro mundo é esta ilusão dos leigos que desprezam o estudo da Natureza, e ficam despreparados em relação ao verdadeiro mundo que estão enfrentando e do qual estão apanhando. Como provou dolorosamente a seleção brasileira e com sucesso o técnico alemão. Enquanto meu website aponta 400.000 hits mensais vindos de muitos países, o Brasil, que teria a maior facilidade de entender por que vem de graça no seu idioma, ignora e não aparece nas estatísticas. Porque o meu assunto exige esforço intelectual e seriedade com a vida, e os brasileiros continuam a resistir a esse imperativo da sobrevivência, chegando a forma de adultos mantendo a mentalidade de crianças.

Hoje e agora, ao abrir a Internet, me deparo com este artigo:

Tecnologia é arma poderosa na luta pelo tetracampeonato
http://esportes.estadao.com.br/noticias/geral,tecnologia-e-arma-poderosa-na-luta-pelo-tetracampeonato-imp-,1526357

E neste artigo do Estadão deixei o seguinte comentário:

Computadores são uma imitação mecânica do cérebro humano. Desde que o cérebro foi produzido por um programa genético, o programa genético tambem esta na base do programa cibernético. Por isso, simulações computacionais tem sido a principal técnica cientifica para prever o que deve acontecer em situações que envolvem quantidade de dados que superam a capacidade de articulação do cérebro humano.
Dentro do programa genético tem um mecanismo que a Natureza tem aplicado na evolução, então este mecanismo aparece nas simulações computacionais. Inconscientemente isso funcionou para o técnico alemão.

Veja que o artigo diz:
"Imagine que, em apenas dez minutos, dez jogadores geram mais de sete milhões de dados", comentou Oliver Bierhoff, diretor técnico da seleção. "Com esse programa, nossa equipe consegue analisar esse volume imenso de dados e personalizar o treinamento para melhor preparar a seleção para seu próximo compromisso."

O que precisamos entender é que, quando os dados de uma situação real, num evento real, como é um jogo de futebol, os objetos em movimento ( a bola, os jogadores, o vento, a temperatura, etc), estão inicialmente sob o poder das forças naturais. Apenas em seguida e com um menor poder de influencia vem um elemento que não pode ser inserido como dado ou informação natural - as emoções, hábitos, temperamentos, e inteligencias humanas. Inicialmente ocorre uma enorme convergência de diferentes fôrças naturais vindas de todas as direções sobre um mesmo ponto, e para nós humanos, incapacitados de captar e seguir o desenrolar do processo, quando acontece o imprevisto, sempre acabamos por concluir que o resultado foi uma questão de sorte ou azar, e o evento estava sujeito ao estado de caos. Quando o resultado é o gol, concluímos que o evento esteve sob o estado de ordem elaborado e desejado pelo técnico, pelos jogadores, e pelo juiz em campo. Ou seja, a inteligencia humana teria se imposto com maior fôrça que a soma de todas as forças brutas naturais. Não é bem assim, pois a inteligencia do Felipão e os desejos dos jogadores brasileiros foram totalmente frustrados. Porque? 

A vontade do jogador no ataque é bater o pé no ponto certo da bola, com a certa força, buscando o gol, mas o que funciona na realidade é a força de inércia que vem trazendo seu corpo, a posição do corpo no momento que determina o movimento da perna, a direção do vento naquele momento, a direção e estabilidade ou não da força que vinha movendo a bola, etc. Mas não desanime que não é necessário tanto esforço mental para entender e assumir o controle do jogo, da bola, dos jogadores: basta observar jogos, notar os detalhes que serão as informações, e inserir estas informações no computador. A seguir deixe o computador mover estas informações por si mesmo. Ele inicialmente vai mostrar muitos desfechos errando o gol mas é possível perceber qual jogador atuou errado para produzir o resultado errado. Então vai se mudando o comportamento daqueles jogadores... até por fim surgir aquele que vai levar a simulação, repetida à exaustão, a acertar e fazer o gol. A seguir o técnico leva os jogadores para o campo e treina repetidamente a simulação. Muitas delas podem errar o gol - pois existem outras forças convergentes - como uma subita e inesperada ordem do técnico adversario para que seu jogador mude seu habito, ou uma mudança da direção do vento, etc. - mas estatisticamente, o resultado que leva ao gol, prevalece. 

O que os alemães cientistas da empresa que desenvolveu o programa não perceberam ( e nem os 40 estudantes de Ciências dos Esportes perceberam), é que a cena que viram no computador como resultado das simulações, configurou seus cérebros, e inconscientemente aturaram no lugar da natureza, exatamente como a natureza teria atuado por si só. Como a Natureza sempre atuou quando uma enormidade de fôrças naturais convergiram para um objeto natural que foi selecionado pela evolução natural. Por exemplo, o que ocorreu com um montículo de átomos na Terra primitiva que foram conectados de maneira a formar uma molécula organica, e daí, em seguida a todos os passos da evolução biológica. Quando a natureza transformou o réptil cianodonte em mamifero. A Natureza era o técnico secreto impondo sua ordem aos objetos rolados pelo caos, como a bola rola no campo. Ela dispõe de um mecanismo para conseguir este resultado, e o mecanismo emergiu na simulação do computador, os técnicos alemães simplesmente foram movidos a inconscientemente aplicar o mesmo mecanismo. 

Vou explicar o mecanismo. O técnico alemão diz no artigo que os brasileiros tinham uma dificuldade quando a velocidade do jogo era elevada, que captaram essa dificuldade e exploraram-na. Ele está meio certo e meio errado. Aconteceu algo muito mais profundo e complexo, que os cientistas alemães desconhecem.

Os cinco gols rápidos que determinaram a derrota para o resto do jogo repetiram uma mesma e unica estratégia. Atacantes alemães ( geralmente dois deles) levam a bola trocando-a entre si até a entrada da área brasileira, onde a defesa forma uma muralha impenetrável, esperando os atacantes avançarem, para interrompe-los. Se chutarem de longe, terão poucas chances de gol. Assim, enquanto os jogadores alemães vem empurrados pela velocidade sobre um corpo-objeto em inércia, os defensores brasileiros vem tendendo à manter a inércia por estarem plantados na posição dos tijolos da muralha. mas então os atacantes alemães, ao invés de se chocarem com a muralha, fazem o que nenhum jogador e técnico brasileiro esperavam. Eles retornam a bola para tras! Onde não existe muralha para outro atacante que vem em velocidade desde o meio de campo. Imediatamente a muralha pega de surpresa se desmancha e corre para a bola sem qualquer tática dos jogadores, abrindo brechas na muralha. Basta ao atacante que vem livre acertar a bola por meio da brecha aberta. Mas a Natureza fez a mesma coisa com os átomos duros da Terra que formavam as rochas quando tentava emplacar o gol da Vida repetiu  a mesma estratégia com os dinossauros pesados que dominavam a biosfera quando tentou emplacar na cena dominada pelos grandes pelos répteis, o gol que traria a dominância dos pequenos mamíferos. É um simples mecanismo natural que vem desde as origens do Universo, o qual podemos vê-lo em ação já no espectro das ondas de luz primordiais. Que os cientistas alemães jamais sequer suspeitaram disso, mas aplicaram, como aplicamos tecnologias baseadas na teoria da gravitação enquanto nunca vimos uma força ou substancia chamada "gravidade". 

A evolução natural é um processo universal, e não apenas biológico, acontecendo na Terra, como acreditam os cientistas. E a evolução universal tem um propósito, racional, apesar de que os cientistas ateus atirem pedras no primeiro que dizer isso. O propósito não precisa de ser aplicado por nenhuma entidade supernatural inteligente, apesar de que os cientistas criacionistas atirem pedras em quem disser isto. O propósito emerge em todo simples processo genético, assim como mamãe girafa não aplica nenhuma inteligencia para gerar o baby girafa de extraordinária tecnologia. E o Universo é simplesmente uma espécie de útero onde se desenvolve internamente um processo de reprodução genética de um sistema natural inteligente que existiu ou ainda existe alem dele, como existiu ou ainda existem os pais de qualquer embrião que agora esteja dentro de seu pequeno universo-ovo. O propósito é dito "racional" quando um observador humano que se qualifica como "racional", se projeta como a imagem que imagina ser o agente que move o mundo, esse mundo que produziu nele a sua "razão". Claro, a razão do homem é assim, filha da razão do Universo, por isso essa projeção antropomórfica na busca do entendimento do mundo, funciona. 

Ora, se o propósito da evolução universal pode ser captado pela nossa "razão", após esta descobrir que existe a genética, tambem a nossa razão pode observar a evolução e detectar seus mecanismos, suas leis, suas forças naturais. E um destes mecanismos foi aplicado no jogo Brasil x Alemanha! É o seguinte:

A evolução universal é uma macro-evolução que se desenvolve através de micro-evolução repetida em ciclos. O desconhecimento disso é que faz os cientistas criacionistas rejeitarem que uma forma, digamos, um gatinho, evolua para a forma de leão. Porque conhecem apenas os ciclos de micro-evolução e não captam que estes formam um processo maior, macro-evolucionário. Quando um certo numero suficiente de micros-evoluções completa um estagio da macro-evolução, esta macro-evolução atua sobre as espécies dentro dos micro-ciclos provocando um salto evolucionário, o que nos pareceria uma abrupta transformação de forma. 

Os micro-ciclos são dirigidos por duas forças finais: uma, a resultante da caótica convergência de todas as forças físico-eletromagnéticas- químicas do ambiente, e a outra, que vem sutilmente do propósito da evolução universal. Então primeiro ocorrem as mutações produzidas pelo estado de caos, denominadas "mutações ao acaso" as quais são tremendamente apreciadas pelos cientistas e intelectuais ateus. Mas então existe a arvore evolucionaria. Esta é composta de um tronco e galhos... e frutos. Acontece que muitas vezes as mutações produzidas pelo acaso são exatamente as mutações que de outra forma seriam impostas pela ordem do propósito universal. Quando isto acontece, a mutação é selecionada naturalmente e inserida no tronco. Quando a mutação ao acaso não é útil para o propósito universal, a espécie portadora desta mutação gera mais um galho na arvore, cujo destino é secar e se extinguir. O fruto nesse galho cai e apodrece ou vai servir de alimento para os portadores de mutação que permanecem no tronco.  

Esta arvore da evolução deste micro-ciclo evolucionário denominado de evolução biológica que está acontecendo agora neste planeta, tende a fazer crescer seu tronco tanto que sua ponta adentre as nuvens e a percamos de vista, penetrando o Cosmos. O produto desta evolução terá que ter naves, explorar o Universo e se instalar em outros mundos. Portanto a evolução universal está sempre investindo na espécie que se senta em dado momento no topo do tronco, do qual emerge inicialmente mais um galho e na ponta tem um fruto. Um destes momentos foi quando a espécie dos répteis era este topo da evolução aqui na Terra. O propósito universal previa a transformação do réptil em mamífero, e suas previsões não há força no mundo que possa contesta-las. Mas o pequeno broto de galho que tinha o réptil na ponta começou a curvar-se para um lado, ao invés de manter-se ereto e tornar-se parte do tronco. Os répteis, dotados de novos atributos fisicos, encontraram certa facilidade na vida, começaram a gostar e se acomodarem naquele estado, o que é impensável para um processo que se baseia na evolução. os répteis começaram a engordarem, a crescerem de tamanho, ficando cadas vez mais pesados, tornando-se dinossauros, fechando as portas à evolução. Imediatamente a Natureza correu desesperada pois seu projeto na terra corria risco de não vingar. Ela convocou todos os tipos de répteis, inclusive os que permaneceram pequenos como as lagartixas, viu o pequeno e desajeitado Cinodonte que mais parecia um porco e decidiu: "Você será o que levará a evolução adiante, você será o "MAMÍFERO"

OS DOIS ATACANTES DA SELEÇÃO ALEMàIMITARAM OS DINOSSAUROS. LEVAVAM A BOLA DA EVOLUÇÃO ATÉ PERTO DA MURALHA DA DEFESA BRASILEIRA. AÍ PARAVAM, SENTAVAM E CURTIAM O BELO SOL TROPICAL. MAS ANTES JOGAVAM A BOLA DA EVOLUÇÃO PARA TRAZ, NA SUA HISTORIA, ONDE VINHAM AS LAGARTIXAS, E O CIANODONTE. ESTE ERA O NOVO ATACANTE LIVRE QUE VINHA DA ZAGA ALEMÃ, EM ALTA VELOCIDADE E COM CAPACIDADE PARA PENETRAR BRECHAS NA MURALHA, POIS O UNIVERSO CONSPIRAVA POR ELE, NELE O UNIVERSO INVESTIA SEU PROJETO EVOLUCIONÁRIO. O GOL... O GOL... MAIS UMA VEZ CANTADO COMO SEMPRE FOI NO COSMOS NESTES SEUS 13,7 BILHÕES DE ANOS!

Tudo isso emergiu na tela do computador quando os dados certos foram inseridos e rodados por simulações. Porque o computador é um cérebro eletro-mecânico criado à imagem e semelhança do cérebro biológico que foi criado pelo mesmo programa do propósito da evolução universal.

É preciso explicar mais? Já tenho apontado diversos casos onde estou vendo este cérebro eletromecânico mecanizando, robotizando mentes humanas desavisadas, sem que elas estejam se apercebendo disso. Como aconteceu com todos os participantes do program a alemão: a cena vista na tela penetrou, re-configurou seus cérebros, para eles inconscientemente. Mas tinha que dar certo porque estavam vendo "Deus" em ação.  Mesmo que esse deus fosse o absurdo pequeno átomo que conteria toda a matéria e galaxias que emergiram pelo Big bang, como querem acreditar os cientistas alemães, não importa, como criador do Universo é ele que determina o propósito reprodutivo da evolução universal, através de mecanismos e leis naturais. Os quais estão inseridos, registrados, no centro dos neurônios do Homem que criou uma cópia de si que copia o mecanismo e o mostra na tela, para olhos que não são capazes de vê-lo, mas para neurônios que o possuem em si e com ele se auto-identificam.

Que linda lição deste mundo incrível, perante o qual minha diminuta inteligencia não se cansa de ajoelhar para se deslumbrar com a grandeza desta misteriosa e cósmica super-inteligencia. 

Que aprendemos mais uma vez a lição e tentemos aplica-ma na diversidade da vida. Por exemplo, os homens estão se prostrando cansados devido a enorme quantidade de obstáculos ameaçando a ordem do sistema social, a manutenção da espécie humana. Muitos altos executivos estão abandonando escritórios em New York e voltando para vida simples rural, no meio da natureza. cada vez mais está acontecendo o inusitado; mulheres assumindo estes assentos nos escritórios, e até mesmo os governos de países. É o mecanismo aplicado pela seleção alemã, em ação. Quando os homens chegam na muralha, cansados de tanta luta anterior, passem a bola para as mulheres que tem ficado atras, deixe que elas saberão como acertar o chute a gol.               

A Absurda Abordagem dos Cientistas Acadêmicos: Descoberta do microRNA seria Evidencia que Doenças Mentais são Reduzidas a Causas Químicas

MicroRNA Might Manage Mood Disorders



Tiny Molecule Could Help Diagnose and Treat Mental Disorders


Parecer da Matrix/DNA sobre os artigos: 

De acordo com Organização Mundial de Saúde,  desordens mentais como depressão, esquizofrenia, etc., afetam cerca de 10% da população mundial, portanto a maioria de nós convive com alguém afetado. Por isto governos e cientistas em volta do mundo tem investido grandes recursos no esforço de entender estas doenças. Mas ainda, as causas fundamentais e os mecanismos celulares e moleculares na base destes problemas são pouco conhecidos. 

Os existentes anti-depressantes não são bons o suficiente. Para 60% a 70% dos pacientes eles não funcionam. para os restantes 30-40%, a melhoria é geralmente incompleta, eles tem que tomarem as drogas por muito tempo antes de sentir qualquer melhoria. Em adição, existem muitos efeitos colaterais associados com estas drogas. Portanto o tratamento destas doenças requerem um melhor entendimento dos processos e causas que levam a estas desordens mentais. 

A Teoria da Matrix/DNA me conduziu a pensar este problema e surgiu uma maneira de vê-lo jamais imaginada por outro mortal. 

Segundo os modelos teóricos que formam a visão de mundo da Matrix/DNA, estas disfunções mentais são causadas por disfunções das estruturas e substancias que compõem o cérebro como um sistema natural e pelas relações entre este sistema e o seu habitat, o seu meio-ambiente. Por se tratarem de disfunções mentais, psicológicas, isto indica que o agente direto delas não são as estruturas e os elementos cerebrais, mas sim a "identidade do sistema". Uma identidade de qualquer sistema natural é um agente que procura manter o bom funcionamento interno do sistema e consertar o que estiver errado nas suas estruturas, no seu fluxo de informações, etc.. Mas muitas vezes não o consegue, principalmente porque lhe faltam os recursos materiais para consertar/mudar estas estruturas e substancias ( tal como um tipo de átomos, de uma espécie de partículas como os fótons, de um elemento inorgânico, até mesmo um semi-metal),  e/ou lhe falta a capacidade de impedir os efeitos nocivos que vem do meio-ambiente, tais como o desconforto do corpo e do cérebro pela temperatura, ou escassez de alimentos, etc. 
 
Então, uma atividade inteligente humana visando eliminar estas desordens, e desde que não temos ainda como conhecer a identidade invisível do sistema, trataria de fornecer ao cérebro estes materiais faltantes, e/ou modificar o meio-ambiente onde efeitos estão trazendo desconfortos ao cérebro.

Teorizando um pouco fora de moda, podemos imaginar uma depressão causada por uma região da visão ou da memória que não nota ou não memoriza os fenômenos naturais do mundo externo alinhados a uma certa sequencia de movimentos/processos, porque esta região ou a glândula a ela relacionada tem alguma deformação ou disfunção em relação as glândulas saudáveis. O mundo de tal pessoa seria incompleto, dentre os fatos haveria uma brecha sem elo, e assim o mundo para essa pessoa seria sem sentido, nada seria suficiente para motivar um objetivo de vida, nem mesmo haveria sentido em manter-se vivo. Um mundo assim é impraticável, incontrolável, nada leva a nada, tão aleatório e incerto, como parecem ser as coisas na dimensão quântica. O pior é que não haveria como um investigador, psicologo ou qualquer outro, detectar a existência desta falha, pois para o paciente, a falha não existiria. O paciente não pode revelar que não tem o que ele "sabe" que não existe, pois ele não vê a falha, apenas não conecta certos dados entre si crendo que isso é o mundo real, descontinuo. 

Uma abordagem de pesquisa adequada seria a filmagem de cada parte interna do cérebro do paciente, mais a analise de todas suas substancias, para depois fazer a comparação com um cérebro saudável. Mas antes seria preciso entender o cérebro como sistema funcional  e retrato da fórmula universal para sistemas naturais, o que está longe dos cientistas se disporem a fazer porque desconhecem a fórmula. Sómente este entendimento poderá identificar a posição de cada parte do sistema cerebral e qual a sua função sistêmica. Percebendo-se por exemplo, através dos filmes, que a amígdala tem uma defeito de forma, ou fisiológico,  e sabendo-se pela fórmula qual a função sistêmica da amígdala, pode-se tentar a falha, o pedaço do mundo que o paciente não está absorvendo. E estas falhas podem se darem a nível de ondas ou vibrações de átomos, moléculas, partículas... mas esta é outra história mais complexa, a qual, acho que não seria necessária neste tratamento.

Deve existir o efeito oposto da deformação de uma das partes do sistema: o paciente vê um mundo de processos, fatos, fenômenos dentro de uma faixa, que na realidade não existe. Isto explicaria estas coisas ainda inexplicadas como a "fé", a crença pia na existência de deuses, etc. A deformação de uma estrutura interna se projeta como deformação da identidade do sistema, e como esta é abstrata, invisível, ela produz coisas que peara ela é real, mas para a realidade são igualmente invisíveis, abstratas, pois não existem. realidade.

Esta abordagem do problema está muito distante do tipo de abordagem que vem sendo aplicado pelas Ciências Oficiais. Na verdade ela nunca foi tentada antes por algum povo ou cultura. O que não a invalida pois estamos vendo que todos os métodos tentados ainda praticamente nada resolveram. 

Vejamos um paragrafo do artigo acima para entender qual a forma de abordagem e visão da Ciência Oficial: 

" A descoberta nesta pesquisa é que um pequeno "scrap" de RNA - um microRNA que trabalha no cérebro - atua como uma espécie de regulador do temperamento, ou humor. Ele funciona como uma espécie de tampa no engenho de uma válvula. Ratos que tinham elevados níveis desta particular molécula em uma parte de seus cérebros foram capazes de reagirem com calma quando expostos a excessivo calor. E aqueles com menores níveis desta molécula reagiram com mais rapidez e ansiedade quando expostos à mesma estressante condição. Este segundo grupo tambem teve uma mais fraca resposta a drogas antidepressantes - uma possível conclusão do porque estas drogas realmente não funcionam para os dois terços dos pacientes. The finding is that a tiny scrap of RNA – a microRNA that works in the brain – acts as a sort of mood regulator. It works something like the needle in a steam valve. Mice that had high levels of this particular molecule in one part of their brains were able to take the heat and remain calm. And those with the lowest levels were more quickly frazzled, acting depressed and anxious when exposed to stressful conditions. That second group also had a weaker response to antidepressant drugs than the average mouse – a possible clue as to why these drugs don’t really work for up to two thirds of the people who try them.) 

brass ball valves for steam applications Fig 1 - Uma espécie de "válvula a vapor". É fácil notar que basta-se abaixar ou levantar o cabo amarelo para abrir ou fechar o fluxo de uma substancia ( serotonina) passando pelo cano. O tal micro-RNA seria esse cabo? Ou seja: elevada quantidade de micro-RNA abaixa o cabo, baixa quantidade levanta o cabo?

" O microRNA "válvula a vapor" que foi descoberto regula os níveis do neurotransmissor serotonina, relacionado ao prazer e sentir-se bem. Acontece que as pessoas que sofrem de depressão tem baixos niveis deste microRNA em seu sangue, levando à conclusão de que, ao menos, nós poderíamos ter um padronizado, quantificável, método para diagnosticar a doença - o que seria feito em qualquer clinica. Mas esta descoberta sugere tambem que nós poderíamos encontrar uma maneira de ajustar o cabo, pra baixo ou para cima, e assim efetivamente tratar estas doenças mentais. (The microRNA “steam valve” Prof. Alon Chen and his group discovered regulates levels of the feel-good neurotransmitter serotonin in the brain. It turns out that people who suffer from depression have low levels of this microRNA in their blood, hinting that, at long last, we might have a standardized, quantifiable way to diagnose the disease – one that could be done in any clinic. But it also suggests we might find a way to adjust that needle up or down, to effectively treat mood disorders."

Pelo que entendi disso, muito resumidamente e assim rapidamente: se o seu cérebro tem bastante micro-RNA, o movimento de serotonina é regulado para ser normal, e ser "normal" é sentir-se bem, feliz; se o seu cérebro tem pouco microRNA, uma válvula fecha o caminho para o movimento da serotonina, e você fica triste, sentindo-se mal. Em outras palavras, os estados de feliz ou triste são causados por uma substancia química. As emoções humanas não são efeitos da inteligencia, da mente, ou da personalidade humana, e sim , são reduzidas a reações químicas. Esta é a escola reducionista e seu método reducionista. Estou certo nesta interpretação do que diz o artigo? E você acha que a explicação deste grupo cientifico sobre felicidade e tristeza, está correta? 

Se estiver correta, o individuo que tem bastante microRNA, e portanto bom fluxo de serotonina no cérebro, se jogado na fogueira, será feliz?! Pois, se estes estados emocionais são causados apenas por reações químicas dentro do cérebro, as condições e os efeitos do mundo externo não podem serem causas, nem a maneira particular de cada individuo conectar os fatos e eventos reais que conhece do mundo que determinariam se ele acha o mundo bom ou ruim, nem as experiencias de vida que ele apenas teve, pois bastante microRNA faria ele esquecer todas as experiencias ruins e pouco RNA, faria lembrar somente estas.

No meu caso particular, a quantidade de microRNA variou bastante de época para época. Pois quando eu tinha bastante dinheiro sempre era mais feliz e quando tinha pouco ou nada estava sempre triste. Não era a quantidade de dinheiro que causavam o meu humor e sim as reações químicas no meu cérebro. Ora... ou eu entendi o artigo errado ou este pessoal ficou louco! Querem inventar uma droga que farão escravos sempre felizes mas podem fazer outra que tornam os ricos com depressão... O seu lulu de estimação sempre quando o vê abana o rabo sugerindo que está feliz, mas se o abanar de rabos o incomoda, fecha a válvula da serotonina aplicando uma droga no cachorro e não tem mais rabo abanando... A droga vai fazer com que o cachorro sempre fique triste quando te vê...

A serotonina é um hormônio. De acordo com minha interpretação (atual, pois ela ainda é inicial e pode mudar) da fórmula dos sistemas, cada hormônio são as mãos de uma glândula para executar sua função em diferentes regiões do sistema. O microRNA seria um patrão que determinaria se a glândula operaria pode executar seu trabalho numa área ou não.

( Bem, infelizmente tenho que interromper isso agora. Mas deixo registrado que não concordo com a visão cientifica do problema, que acho que estas desordens mentais são causadas pela disfunção da identidade do cérebro como sistema que equivale a dizer "pela personalidade do individuo" e sta disfunção pode ser uma deformação estrutural interna, uma carência de certos elementos, ou os efeitos nocivos de algo do mundo externo Fato interessante a perguntar ao artigo aqui é quem ou o que produz o microRNA, pois ainda não li tudo e não encontrei a resposta.)            .